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14 VERSOS
Ano: 2012
Tamanho: 280 KB
Formato: PDF
Sinopse:
14 VERSOS é uma coletânea de sonetos absolutamente
emocional - feita pelo autor com base no carinho
que sente por cada soneto, não pelo apuro técnico ou
atualidade. Aqui estão sonetos imperfeitos da primeira
hora, decassílabos de gaita galega, sonetos à moda inglesa,
sonetos experimentais ...
Abrange longos 25 anos de produção - desde os
sonetos de “Concerto para o apocalipse”, compostos em
abril de 1985, quando o autor tinha 16 anos de idade, até
“Cicatriz”, de outubro de 2010, um poema da maturidade.
Portanto, 14 VERSOS tem como marcas a diversidade e
a irregularidade.
O aprimoramento técnico, ao longo dos anos, e, por
conseguinte, das páginas de 14 VERSOS, é visível -
enquanto o fio temático e uma preocupação em experimentar
novas soluções na forma fixa do soneto fazem
com que William Mendonça e sua poesia estejam bem
retratados nesses 55 sonetos.
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NA HORA DE DORMIR
Ano: 2011
Tamanho: 303 KB
Formato: PDF
Sinopse:
A peça infantil NA HORA DE DORMIR é um texto
que surgiu da observação dos filhos do autor, que sempre
conversaram e contaram histórias mirabolantes, retardando
a chegada do sono na hora de dormir. Os fatos do dia-adia,
os filmes que viam, um livro, uma música, tudo era
motivo para mais uma animada conversa entre as crianças.
William Mendonça, com a peça, quis dar a dois atores
a experiência de viver novamente a infância - duas crianças,
com um baú cheio de coisas legais, encenando e vivendo
as histórias que contam, enquanto divertem o público.
Para cada ator, vários personagens, a partir das crianças
Bóris e Tatiana. A escolha das cenas não foi aleatória - Peter Pan, clássico de J. M. Barrie, levado ao cinema várias vezes, é um texto sobre o fim da infância, assim como Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll, e Copélia é uma história imortalizada pelo balé.
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DR. TEMPESTADE
Ano: 2011
Tamanho: 239 KB
Formato: PDF
Sinopse:
A comédia de humor negro DR. TEMPESTADE é a
adaptação para teatro de um conto homônimo escrito por
William Mendonça em 1991. A idéia de levar o cientista
louco Jules D´Nantes - que inventa uma máquina para
controlar o clima do mundo - ao palco surgiu seis anos
depois.
O autor sempre considerou o conto um dos mais interessantes
que havia escrito - por ser uma homenagem a
Júlio Verne, por trazer a figura de um mal humorado cientista
louco, que detesta políticos, jornalistas e sacerdotes,
e por abordar o conflitos que afetam a vida moderna,
como ciência versus religião, políticos versus povo, etc.
Tudo é tratado com extrema ironia, desde o dilúvio
que toma conta do mundo até o final surpreendente do
personagem que quis levar a paz ao mundo, controlando
o seu clima. É um texto ainda inédito. O conto original
pode ser encontrado no livro “Viajante Noturno”, de
William Mendonça, disponível para download gratuito em
www.williammendonca.com.
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QUATRO POETAS
Ano: 2011
Tamanho: 154 KB
Formato: PDF
Sinopse:
4 POETAS
Um encontro entre quatro poetas mortos, em algum lugar indefinido no espaço-tempo, uma dimensão que uns diriam espiritual, outros onírica. Esta é a premissa de “Quatro Poetas”, esquete teatral composta por William Mendonça a partir de poemas de Augusto dos Anjos, Cecília Meireles, Fernando Pessoa e Florbela Espanca. A idéia foi a de confrontrar estilos, filosofias e experiências de vida muito diferentes, em um recital.
A primeira montagem, em 1996, aconteceu no espaço intimista da Casa de Cultura Heloísa Alberto Torres, em Itaboraí-RJ, com os atores em meio ao público. A força dos versos dos poetas, caracterizados em cena e tão próximos de quem assiste, ganha um efeito surpreendente. Quando apresentada para jovens estudantes, faz com que aquele algo estranho chamado Poesia ganhe um significado diferente.
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VISTA ZEN - HAICAIS
Ano: 2011
Tamanho: 233 KB
Formato: PDF
Sinopse:
A coletânea de haicais “Vista Zen” reúne trabalhos
escritos entre 1987 e 2010 - textos que, na sua maioria,
faziam parte de livros ainda inéditos do autor. Muitos
deles já foram publicados na imprensa de Niterói, São
Gonçalo e Itaboraí (RJ), como colaboração em seções
literárias.
A decisão de extrair os haicais dos livros em que
constavam originalmente surgiu por dois motivos: os
textos pareciam desvalorizados, quando publicados ao
lado de poemas mais extensos; os haicais, assim como os
sonetos, na verdade, ganham força quando reunidos.
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ALGUNS SONETOS QUE FIZ POR AÍ ...
Ano: 2006
Tamanho: 192 KB
Formato: PDF
Sinopse:
A coletânea de sonetos “Alguns sonetos que fiz
por aí ...” reúne trabalhos escritos entre 1987 e 2006
- privilegiando os sonetos sem rima, muitos deles
próximos ao surrealismo e cheios de associações
intuitivas, sempre valorizando a musicalidade interna
dos versos.
Foi impresso pelo autor, numa versão resumida,
em 2001, para divulgação. Muitos dos sonetos já
foram publicados nos blogs do autor e apresentados
ao vivo ou em programas de rádio, como o “Conversa
Semanal”, apresentado pela poeta Adayla Barbosa, na
Rádio Rio de Janeiro AM.
Principal forma fixa da poesia, em língua portuguesa,
o soneto sobrevive a mudanças estéticas e às
escolas mais diversas, e permite experiências e novos
ritmos - como já o provaram grandes autores do
porte de Carlos Drummond de Andrade, Manoel
Bandeira e Jorge de Lima.
William Mendonça iniciou-se na poesia através
dos sonetos, em 1985, fascinado com poemas de
Olavo Bilac. Mais tarde, foi exposto a diversas influências,
como Augusto dos Anjos, Florbela Espanca, e
os já citados acima.
(Publicado no site www.williammendonca.com em 12/10/2006 e republicado em 21/10/2010.)
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O ENCOSTO
Ano: 2006
Tamanho: 288 KB
Formato: PDF
Sinopse:
A peça teatral O ENCOSTO surgiu a partir de
uma esquete, de mesmo nome, escrita em 1995 por
William Mendonça. A história de um marido traído
que volta dos mortos para assombrar a viúva e o
amante poderia ser uma história de terror, mas virou
comédia.
Depois da primeira apresentação da esquete, na
Mostra de Teatro de Itaboraí - RJ, em 1996, dirigida
pelo próprio William Mendonça, o autor percebeu o
potencial da história para uma peça, e reescreveu o
texto.
No ano seguinte, a peça chegou aos palcos, com
apresentações no Teatro Municipal João Caetano de
Itaboraí e nos teatros dos colégios Alberto Torres e
Brasil Vianna, na mesma cidade, dirigida inicialmente
por Zeca Palácio e depois por Arlete Barbosa.
William Mendonça, poeta, cronista e jornalista,
iniciou-se na dramaturgia em 1987. É autor de 12
peças teatrais, algumas já encenadas, como “O Encosto”,
“A Voz que Clama no Deserto”, “Cordeiro
de Deus” e “Os quatro poetas”. Trabalhou
como ator, diretor e oficineiro de teatro junto à Cia. do
Teatro João Caetano e a Cia. Parafernália de Teatro,
de Itaboraí.
(Publicado no site www.williammendonca.com em 15/10/2006 e republicado em 21/10/2010.)
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O CANGACEIRO NA INTERNET
Ano: 2006
Tamanho: 324 KB
Formato: PDF
Sinopse:
A peça teatral O CANGACEIRO NA
INTERNET é uma brincadeira a partir de situações
reais: realmente, um grupo gay da Bahia disse que o
cangaceiro Lampião era homossexual, assim como o
autor conheceu um sobrinho neto de Lampião e encontrou,
quando estava escrevendo o texto, poucas
referências sobre o cangaceiro na web. Com essas
informações e criando personagens e situações cômicas,
o autor fez a extrapolação que é o mote da peça: e
se o cangaço chegasse à internet?
Escrita em 1998, a peça O CANGACEIRO NA
INTERNET comprova a veia cômica de William
Mendonça, seguindo a linha traçada por sua comédia
anterior, O ENCOSTO. O estilo é próximo ao dos
vaudevilles e das comédias cinematográficas da extinta
Atlântida, imortalizadas por Oscarito - situações
familiares levadas ao tom da caricatura.
O texto permaneceu inédito até 2006, quando o
diretor Zeca Palácio se reuniu ao grupo Teatro Popular
Grades da Arte, para a montagem do espetáculo.
A estréia aconteceu em novembro, no Teatro Municipal
João Caetano, de Itaboraí - RJ
William Mendonça, poeta, cronista e jornalista,
iniciou-se na dramaturgia em 1987. É autor de 12
peças teatrais, algumas já encenadas, como “O Encosto”,
“A Voz que Clama no Deserto”, “Cordeiro
de Deus” e “Os quatro poetas”.
(Publicado no site www.williammendonca.com em 19/11/2006 e republicado em 21/10/2010.)
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VIAJANTE NOTURNO
Ano: 2007
Tamanho: 2 MB
Formato: PDF
Sinopse:
A coletânea "Viajante Noturno" reúne contos de ficção científica e fantasia escritos por William Mendonça ao longo de quase quinze anos. Sendo leitor inveterado de FC e fã de Star Trek e outras séries do gênero, o caminho a escrever ficção científica era praticamente inevitável.
Influenciado especialmente por Ray Bradbury, Phillip K. Dick, Tim Powers e Isaac Asimov, o autor exercitou alguns "subgêneros" mais populares em seus contos - viagens no tempo, viagens especiais, futuro pós holocausto nuclear - mas procurou uma ótica mais poética e outros focos narrativos, como o humor e a crônica. Destaque para o conto "Dr. Tempestade", que foi adaptado em uma peça teatral com o mesmo nome, e a homenagem a Star Trek em um conto absolutamente emocional.
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REALIDADE NUA E CRUA e outras histórias
Ano: 2006
Tamanho: 333 KB
Formato: PDF
Sinopse:
Coletânea de crônicas de William Mendonça, escritas entre 2002 e 2006.
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